Ainda que o ano de 2025 não tenha terminado em títulos, o Palmeiras tem muito a comemorar fora de campo. Segundo o GE, o Verdão atingiu a marca histórica de R$ 1,7 bilhão em arrecadação bruta, consolidando-se como uma potência financeira no cenário sul-americano, ao lado do Flamengo.
O valor representa um salto de mais de R$ 400 milhões em comparação ao ano anterior, quando o clube já havia batido recorde ao arrecadar R$ 1,2 bilhão.
Os pilares do bilhão
A engrenagem financeira alviverde foi impulsionada por três frentes principais que permitiram ao clube superar todas as expectativas orçamentárias:
- Venda de atletas: o mercado de transferências foi o grande protagonista. O Palmeiras arrecadou cerca de R$ 600 milhões em negociações, o que equivale a mais de um terço da receita total. Nomes como Estêvão e Richard Ríos (negociados em janelas anteriores com parcelas e bônus entrando em 2025) foram essenciais.
- Premiações e Mundial: o desempenho esportivo seguiu rentável. Além das competições domésticas, a participação e o desempenho no novo Mundial de Clubes da FIFA injetaram valores significativos nos cofres.
- Patrocínios: o novo ciclo de parcerias e o aumento nas receitas de licenciamento e publicidade elevaram o patamar fixo de ganhos mensais do clube.
Superávit no horizonte
Embora o balanço oficial completo seja publicado apenas nos próximos meses, o desempenho mensal já indica um cenário de bonança. Até novembro de 2025, o clube acumulava um superávit de R$ 282,8 milhões. A expectativa da diretoria é que o resultado final do exercício feche com um saldo positivo próximo aos R$ 300 milhões, permitindo maior poder de investimento para 2026.
Evolução na gestão Leila Pereira
Os números mostram uma curva de crescimento acentuada desde o início da gestão de Leila Pereira, em 2022:
- 2022: R$ 856 milhões
- 2024: R$ 1,2 bilhão
- 2025: R$ 1,7 bilhão
Apesar do recorde, o orçamento para 2026 trabalha com uma visão conservadora de R$ 1,2 bilhão, mantendo a política de não depender exclusivamente da venda de jogadores para fechar as contas no azul.
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